quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Aula de Equação do 2º grau


Equação do 2º grau

Denomina-se equação do segundo grau, toda a equação do tipo ax²+bx+c, com coeficientes numéricos a.b e c com .

Exemplos:

Equação
x²+2x+1

a=1
b=2
c=1

5x-2x²-1

a=-2

b=5

c=-1


Classificação:

- Incompletas: Se um dos coeficientes ( b ou c ) for nulo, temos uma equação do 2º grau incompleta.

1º caso: b=0

Considere a equação do 2º grau imcompleta:

x²-9=0 » x²=9 » x= » x=

2º caso: c=0

Considere a equação do 2º grau imcompleta:

x²-9x=0 » Basta fatorar o fator comum x
x(x-9)=0 » x=0,9

3º caso: b=c=0

2x²=0 » x=0

Uma equação do 2º grau sempre começa pelo correto valor dos coeficiente a, b e c. Vamos para alguns exemplos:

I) 1) 3x²-7x+2=0
a= 3 b = -7 c= 2

II) -x²+4x-4=0
a= -1 b= 4 c= -4

III)3) 5x²-6x+5=0
a=5 b=-6 c=5

IV)2x2 – x = 0
a= 2 b= -1 c= 0

V)2t2 + 5 = 0
a= 2 b= 0 c= 5

Vamos assistir dois vídeos do professor Neckie, onde ele explica a resolução da equação do 2º grau:
1º vídeo



2º vídeo

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Um dia melhor....

Acredito que meu dia hoje vai ser melhor....


Pois hoje tenho certeza que sou melhor do que  ontem.
.......................
Acredito mais nos meus filhos.....



Pois eles já caíram e apreenderam a levantar, mesmo com dificuldades.
..............

Acredito mais nas pessoas


Pois, todos temos algum sonho , e eles fazem parte da nossa vida mesmo que não se realizem.
.......................

Acredito cada vez mais no nosso criador


Pois a certeza que todos os meu passos são verdadeiros com um objetivo comum...a eternidade.

Maurício



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Aula de Polinômios



O que são os polínômios?


São expressões númericas onde contém letras e números.
Por exemplos:







Monômios:



Definição de Monômio

Denominamos monômio ou termo algébrico quaisquer expressões algébricas representadas por um número, por uma incógnita, ou pelo produto de números e incógnitas, assim 2, x, 2x e -3xy2 são exemplos de termos algébricos ou monômios.


Identificando as Partes de um Monômio

No monômio -3xy2 o número -3 representa o seu coeficiente numérico e a sua parte literal é representada porxy2.
Por convenção omitimos o coeficiente numérico quando ele é igual a 1, escrevemos x em vez de escrevermos 1x, por exemplo, ou então -x no lugar de -1x.
Temos um monômio nulo quando o coeficiente numérico é igual a 0, assim o termo algébrico 0x2 é igual a 0.
Acima utilizamos o número 2 como um exemplo de monômio. De fato todo número real é um monômio, só que sem a parte literal.
Vejamos alguns vídeos que podem auxiliar no seu aprendizado, está por 
conteúdos: 

1 -Expressões numéricas - parte 1


2- Expressões númericas - parte 2


3-Valor númérico de uma expressão algébrica - parte 1


4- Valor númerico de uma expressão algébrica - parte 2


5- Valor numérico de uma expressão algébrica - parte 3


6- Valor numérico de uma expressão algébrica - parte 4


Atividades propostas:

1) Vamos trabalhar com uma atividade lúdica: acesse o link




Veja outros vídeos da disciplina que contém o conteúdo de polinômios:



Referência

Aula de Equação do 1º grau

Você sabia que uma equação é uma expressão algébrica?














A utilização de letra e números constrói o conceito de uma expressão algébrica, e uma das mais usuais na construção de problemas matemáticos e a expressão de grau 1, do tipo 2x + 4 = 10 , sendo que a característica principal desta expressão algébrica é o sinal de igualdade, ou seja, uma equação de grau 1 é aquela que representa uma igualdade no qual o grau da equação é o primeiro.


Vamos a resolução das equações, são 4 exemplos apresentados.


Do tipo:


A soma das idades de Roberto e Paula é de 40 anos  e a diferença entre eles é de 6 anos. Qual é a idade de Roberto e Paula?


.....


Você me diria:


 - Posso tentar de cabeça ?


Claro, mais não haveria uma ferramenta da matemática que poderia me auxiliar na resolução deste problema?


Tem sim, essa ferramenta é a equação do 1º grau. Vamos fazer o seguinte , assista os 4 vídeos sobre esse conteúdo , sendo que no 4º vídeo apresento a resposta do problema acima proposto.

1º vídeo: http://youtu.be/ryBTpkYTL34
2ºvídeo : http://youtu.be/dg5S_uY4A4E
3º vídeo: http://youtu.be/pasjzSauSOE
4ºvídeo: http://youtu.be/3csRLj8c2Qg




Diria que o processo pode ser um pouco complexo, mais a regra sempre a mesma , pratique!.




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Atividades propostas:


1) Vamos revisar alguns fundamentos da equação do 1º grau com um objeto de aprendizagem:


clique aqui para acessar a atividade 1

2) Estamos propondo uma lista de exercícios de equação do 1º grau, o objetivo é treinar. Vejamos quais você consegue resolver : Clique no link ao ladoPROBLEMASCOMEQUAÇÃODO1.doc


Referências:


1)https://sites.google.com/site/reflexoesdeumeducador/
2)http://www.genmagic.org/mates2/eq1_cast.swf


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Iniciando as atividades no ano novo

Ano novo, novos desafios que sempre estão agendados. Aos educadores, seguem o planejamento pedagógico, escolha de turmas e principalmente uma nova reorientação das ações a serem desenvolvidas no ano letivo. Parece desnecessário a pesquisa, a reestruturação do curriculum com base nas dificuldades apresentadas no ano anterior , mais é esse o maior desafio a ser enfrentado.


Uma boa sugestão e tentar nas horas atividades planejar todas as atividades que possam ser além de inovadores sejam estimulantes para os alunos, sejam o uso da tecnologia, trabalhos de pesquisa, atividades em grupos e projetos que visem a interdisciplinalidade.


Aos alunos, segue sempre aquele conselho, o bom aluno é aquele que se dedica desde os inicio do ano letivo.


Boa sorte para todos nós.


Maurício





quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Tabuada: como usar a tabela pitagórica

Você já ouviu falar na tabuada pitagórica?
Talvez por esse nome não, mais a tabuada pitagórica quando montada conjuntamente com o aluno estabelece relações mentais fundamentais para o processo de entendimento da apropriação do conhecimento multiplicativo que a tabuada oferece.
A revista nova escola disponibilizou um vídeo para sua melhor reflexão.




Referência
www.mauriciomunhoz.blogspot.com

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Progressão Aritmética

O que é uma progressão aritmética?

É uma sequência numérica na qual cada número dessa sequência é um termo progressivo no qual o valor entre cada termo é sempre o mesmo.

Ex: ( 2, 4 , 6 , 8 , 10)

O número 2 é um termo da progressão , o mesmo ocorre com o 4, 6 , 8 e o 10.

O número dois por estar na primeira posição da sequência é o primeiro termo (A1) , o segundo termo da sequência é o 4 e assim por diante.

Algumas observações:
- Na progressão apresentada há 5 termos, logo o n= número de termos(quantidade de termos) é 5.
- O Último termo é o 10, logo, A5 = 10 e também o An= último termo também é 10.

----
Vamos mais algumas definições:



Progressão aritmética é um tipo de seqüência numérica que a partir do segundo elemento cada termo (elemento) é a soma do seu antecessor por uma constante.

(5,7,9,11,13,15,17) essa seqüência é uma Progressão aritmética, pois os seus elementos são formados pela soma do seu antecessor com a constante 2.
a1 = 5
a2 = 5 + 2 = 7
a3 = 7 + 2 = 9
a4 = 9 + 2 = 11
a5 = 11 + 2 = 13
a6 = 13 + 2 = 15
a7 = 15 + 2 = 17

Termo Geral de uma P.A

Considere uma P.A finita qualquer (a1, a2, a3, a4, ... , an) de razão igual a r, sabemos que:

a2 – a1 = r → a2 = a1 + r
a3 – a2 = r → a3 – a1 – r = r → a3 = a1 + 2r
a4 – a3 = r → a4 – a1 – 2r = r → a4 = a1 + 3r
…

a n = a1 + (n – 1) . r

Portanto o termo geral de uma P.A é calculado utilizando a seguinte fórmula:

a n = a1 + (n – 1) . r


Exemplo 1:
Calcule o 16º termo de uma P.A, sabendo que a1 = -10 e r = 3.

an = a1 + (n – 1) . r
a16 = -10 + (16 – 1) . 3
a16 = -10 + 15 . 3
a16 = -10 + 45
a16 = 35

O 16º termo de uma P.A é 35.

Soma dos termos de uma P.A finita

Se tivermos uma P.A finita qualquer, para somarmos os seus termos (elementos) chegaremos à seguinte fórmula para somarmos os n elementos de uma P.A finita.

Sn = (a1 + an) . n
2

Vamos assistir um vídeo explicativo com a professora Andréa Mara.



Video 1 - Professora : Andréa Mara


Vídeo 2



Vídeo 3



Referência

www.mauriciomunhoz.blogspot.com

Progressão Aritmética - parte 1

O que é uma progressão aritmética?

É uma sequência numérica na qual cada número dessa sequência é um termo progressivo no qual o valor entre cada termo é sempre o mesmo.

Ex: ( 2, 4 , 6 , 8 , 10)

O número 2 é um termo da progressão , o mesmo ocorre com o 4, 6 , 8 e o 10.

O número dois por estar na primeira posição da sequência é o primeiro termo (A1) , o segundo termo da sequência é o 4 e assim por diante.

Algumas observações:
- Na progressão apresentada há 5 termos, logo o n= número de termos(quantidade de termos) é 5.
- O Último termo é o 10, logo, A5 = 10 e também o An= último termo também é 10.

----
Vamos mais algumas definições:



Progressão aritmética é um tipo de seqüência numérica que a partir do segundo elemento cada termo (elemento) é a soma do seu antecessor por uma constante.

(5,7,9,11,13,15,17) essa seqüência é uma Progressão aritmética, pois os seus elementos são formados pela soma do seu antecessor com a constante 2.
a1 = 5
a2 = 5 + 2 = 7
a3 = 7 + 2 = 9
a4 = 9 + 2 = 11
a5 = 11 + 2 = 13
a6 = 13 + 2 = 15
a7 = 15 + 2 = 17

Termo Geral de uma P.A

Considere uma P.A finita qualquer (a1, a2, a3, a4, ... , an) de razão igual a r, sabemos que:

a2 – a1 = r → a2 = a1 + r
a3 – a2 = r → a3 – a1 – r = r → a3 = a1 + 2r
a4 – a3 = r → a4 – a1 – 2r = r → a4 = a1 + 3r
…

a n = a1 + (n – 1) . r

Portanto o termo geral de uma P.A é calculado utilizando a seguinte fórmula:

a n = a1 + (n – 1) . r


Exemplo 1:
Calcule o 16º termo de uma P.A, sabendo que a1 = -10 e r = 3.

an = a1 + (n – 1) . r
a16 = -10 + (16 – 1) . 3
a16 = -10 + 15 . 3
a16 = -10 + 45
a16 = 35

O 16º termo de uma P.A é 35.

Soma dos termos de uma P.A finita

Se tivermos uma P.A finita qualquer, para somarmos os seus termos (elementos) chegaremos à seguinte fórmula para somarmos os n elementos de uma P.A finita.

Sn = (a1 + an) . n
2

Vamos assistir um vídeo explicativo com a professora Andréa Mara.




Referência:

mauriciomunhoz.blogspot.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Intervalo Numérico - União - Intersecção e Diferença de Conjuntos

Notação em símbolos de um intervalo
Habitualmente se utilizam os colchetes – “[" e "]” – para indicar que um dos extremos do intervalo é parte deste intervalo e os parênteses – “(” e “)” – ou, também, os colchetes invertidos – “]” e “[" para indicar o contrário.

Assim, por exemplo, dados a e b números reais, com a ≤ b, o intervalo I = (a,b] = ]a,b] representa o conjunto dos x ε R, tal que a < x ≤ b. Note que a não faz parte do intervalo.

Representação de um intervalo na reta real
Um intervalo é representado na reta real utilizando-se de uma pequena “bolinha vazia” para indicar que um dos pontos extremos não pertence ao intervalo e de uma “bolinha cheia” para indicar que o ponto extremo pertence.



Tipos de Intervalos
Dados a e b números reais, com a ≤ b, x pertencente ao intervalo e c o seu comprimento, podemos classificar os intervalos como:

a) Intervalo Fechado de comprimento finito c = b – a:

[a,b] = {x ε R | a ≤ x ≤ b}

b) Intervalo fechado à esquerda e aberto à direita de comprimento finito c = b – a:

[a,b[ = [a,b) = {x ε R | a ≤ x < b}

c) Intervalo aberto à esquerda e fechado à direita de comprimento finito c = b - a:

(a,b] = ]a,b] = {x ε R | a < x ≤ b}

d) Intervalo aberto de comprimento finito c = b – a:

]a,b[ = (a,b) = {x ε R | a < x < b}

e) Intervalo aberto à direita de comprimento infinito:

]-∞,b[ = (-∞,b) = {x ε R | x < b}

f) Intervalo fechado à direita de comprimento infinito:

]-∞,b] = (-∞,b] = {x ε R | x ≤ b}

g) Intervalo fechado à esquerda de comprimento infinito:

[a,+∞) = [a,+∞[ = {x ε R | a ≤ x}

h) Intervalo aberto à esquerda de comprimento infinito:

]a,+∞[ = (a,+∞) = {x ε R | x > a}

i) Intervalo aberto de comprimento infinito:

]-∞,+∞[ = (-∞,+∞) = R

j) Intervalo fechado de comprimento nulo:

Como o comprimento é nulo e o intervalo fechado, então a = b e esse intervalo corresponde ao conjunto unitário {a}, isto é, a um ponto da reta real.

Concluo a classificação dos intervalos com a seguinte pergunta para vocês: E o intervalo vazio como seria definido?

União e Intersecção de Intervalos
Como intervalos são conjuntos é natural que as operações mencionadas possam ser realizadas. E, trata-se de um procedimento muito comum na resolução de alguns problemas.

E a maneira mais fácil e intuitiva de realizar essas operações é através da representação gráfica dos intervalos envolvidos. Vamos à um exemplo prático de como efetuar tais operações.

Sejam A = [-1,6] = {x ε R | -1 ≤ x ≤ 6} e B = (1,+∞) = {x ε R | x > 1} dois intervalos e vamos determinar A U B e A ∩ B.

Primeiramente, marcamos todos os pontos que são extremos ou origens dos intervalos em uma mesma reta. Em seguida, abaixo dessa reta, traçamos os intervalos que representam graficamente os conjuntos A e B. E, por fim, é só utilizar a definição de união e intersecção para determinar os trechos que estão em pelo menos um intervalo e os trechos comuns aos dois intervalos, respectivamente. Veja a solução de A ∩ B na figura a seguir e de onde é também facilmente observado o resultado de A U B:

A ∩ B = {x ε R | 1 < x ≤ 6} e A U B = {x ε R | -1 ≤ x}





Referência
mauriciomunhoz.blogspot.com

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Atividade envolvendo Regra de Três Simples e Composta.

1. Uma máquina, trabalhando durante 4 horas , produz 600 peças. Quantas peças iguais serão produzidas por essa máquina se ela trabalhar durante 9 horas?
a) 1000
b) 1250
c) 1350;
d) 1500
e) 600

2) Para realizar um certo serviço, 6 máquinas gastam 24 dias. Em quantos dias 8 máquinas iguais às primeiras fariam o mesmo serviço?;
a) 25
b) 12
c) 14
d) 18
e) 30

Atividade 2 - Regra de Três Composta

1) 8 máquinas ,trabalhando 10 horas por dia, produzem 200 peças. Quantas peças iguais às primeiras seriam produzidas por 12 máquinas, trabalhando 9 horas por dia?
a) 270
b) 150
c) 145
d) 330
e)1800

;2) Numa tecelagem , 12 teares produzem 900 m de tecido em 6 dias. em quantos dias, 15 teares iguais aos primeiros produzirão 1500 m do mesmo tecido?
a) 10
b) 8
c) 12
d) 6
e) 15
- - - - - - - - - -
Respostas:
Atividade 1
1) c

2) d


Atividade 2
1) a

2) b



Referência
www.mauriciomunhoz.blogspot.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Material Complementar do Curso Técnico em Pesca - Aula 3 e 4

Vamos disponibilizar alguns vídeos selecionados com explicação dos contéudos desenvolvidos no módulo II - no curso Téc em Pesca.
Tutor: Maurício

Não esqueça , participe dos Fórum do curso, do chat, esse é um apoio fundamental para o desenvolvimento da aprendizagem .

1º vídeo: Regra de três simples (vídeo explicativo)
- Vídeo simples que diferencia regra de três direta da regra de três inversa.




2ºvídeo: Regra de três composta (vídeo explicativo)
São dois vídeos de regra de três composta , é importante assistir os dois vídeos para o entendimento do conteúdo.
parte 1



parte 2




Atividades:

1) Vamos resolver alguns exercícios contendo regra de três direta e inversa. Não se preocupe pois o site apresentará as respostas.
acesse o link para fazer os exercícios online
http://www.estudamos.com.br/regra_de_tres/regra_de_tres_simples_1.php

2) Material complementar com exercícios e explicação de conteúdo. Clique em  Download e acesse o material e exercícios com regra de três simples e composta.