domingo, 19 de junho de 2011

Para uma pesquisa virtual segura

O Jornal Gazeta do povo online, disponibilizou na sua página  no ícone ensino um rico material em relação a opinião de alguns educadores em relação a uma pesquisa virtual segura. Desde já , parabéns pela matéria positiva em relação uma demanda de informação necessária para os nossos educandos.

EnsinoDomingo, 19/06/2011




Antônio More/ Gazeta do Povo




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Ana Paula consulta sites de busca para fazer suas pesquisas escolares


TRABALHO ESCOLAR


Para uma pesquisa virtual segura






Publicado em 31/05/2011
Anna Simas


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Imagine uma loja em liquidação em que há muitos produtos a preços baixos e de fácil acesso, mas onde nem tudo é bom e para achar algo de qualidade é preciso vasculhar. É praticamente dessa forma que funciona a oferta de informações na internet. Há milhares de sites, mas nem sempre há garantia de conteúdo seguro. Para os estudantes, que cada vez mais substituem os livros didáticos e enciclopédias pela informação on-line, o que parece uma imensa vantagem pode se transformar em uma cilada e colocar em descrédito o trabalho escolar. A reportagem da Gazeta do Povo conversou com educadores e especialistas para saber quais as dicas para uma pesquisa segura em que é preciso ficar atento para que a aprendizagem não seja comprometida






* * * * *






Pode confiar


Confira algumas sugestões de sites dadas por professores do ensino fundamental e médio:






Inglês: www.ego4u.com learnenglish.britishcouncil.org






Física: www.if.usp.br www.if.ufrgs.br www.if.ufrj.br






História: www2.uol.com.br/historiaviva www.historianet.com.br






Fontes: Fábio Busse, professor de inglês do Colégio Dom Bosco, Jackson Milano, professor de física do Colégio Positivo e Ana Julieta Vieira, professora de história do Colégio Imaculada Conceição.


Como funciona a busca?






A estudante do segundo ano do ensino médio Ana Paula Rusycki, 15 anos, sempre conta com a ajuda de sites de busca para fazer pesquisa escolar. Não usa nenhum critério de seleção e vai direto aos primeiros resultados encontrados, porque diz acreditar que são os mais visitados e por isso têm mais credibilidade.






Se ela soubesse, porém, como funciona a busca talvez não confiasse tanto nas primeiras informações que aparecem. Isso porque os sites de busca usam vários critérios que definem uma sequência de instruções, os chamados algoritmos, que fazem com que uns sites fiquem em primeiro e outros em último lugar no resultado. O analista de conteúdo da Agência Susse Guilherme Nagueva explica que no Google, por exemplo, os algoritmos são a quantidade de links em outros sites que apontam para aquela página, as palavras que foram digitadas na busca e que batem com as que estão no título do site, indicações de rede social, ou seja, quantidade de vezes que o site é citado nelas, e a qualidade de conteúdo, se o texto está completo e bem escrito.” O Google tenta levantar os melhores resultados, mas claro que não necessariamente os primeiros são os mais confiáveis e que terão a informação de que o estudante precisa”, diz.






O resultado da busca também depende do computador de onde ela é feita. Cada vez que um usuário o utiliza fica registrado um histórico de sites preferidos. Se, por exemplo, uma pessoa visita bastante sites de compra, quando fizer sua busca, se a palavra digitada estiver presente em alguns sites, eles serão listados. “É por isso que o resultado de uma pesquisa nem sempre será igual para todos”, explica o perito em busca da I-Cherry Alexandre Kavinsky.






De olho no oficial






O primeiro passo para começar uma pesquisa escolar on-line é priorizar sites oficiais. Podem ser de instituições governamentais, educacionais – como universidades e centro de pesquisas – ou empresas renomadas e conhecidas no mercado. Vale também consultar sites de veículos de comunicação, como de jornais, revistas e televisão. Mas cuidado: nesse caso é preciso que o veículo tenha credibilidade e que o nome das fontes consultadas apareçam. “O nome completo da pessoa é garantia de que alguém que entende do assunto passou aquela informação. Melhor ainda se for renomada e conhecida”, explica o pesquisador de educação, arte e cultura no ciberespaço da Universidade de Brasília (UnB) Lúcio França Telles. Se o estudante não conhecer a fonte para identificar seu prestígio, uma sugestão é procurar seu currículo na Plataforma Lattes (lattes.cnpq.br), portal que reúne informações acadêmicas e de pesquisa.






No caso de blogs, o cuidado deve ser redobrado. Como esses sites são essencialmente opinativos, o conteúdo pode ser parcial. A recomendação do pesquisador é que os estudantes usem blogs com moderação para seus trabalhos e, antes de tudo, leiam o perfil do autor, sua formação e seu local de trabalho para ter noção de quem ele é e qual sua linha de pensamento.






Sites de busca






Segundo dados da Companhia de Informação da Web Alexa, que mede tráfego de dados na internet, entre os sites mais acessados do mundo virtual estão o Google e o Yahoo, dois grandes buscadores, que são consultados no mundo inteiro. Para usá-los com eficiência o diretor de Tecnologia Educacional da Editora Aymará, Eduardo Cardoso Júnior, dá duas dicas fundamentais.






A primeira é sempre colocar as palavras-chave entre aspas, pois assim a busca englobará todos os termos juntos, e não separados, o que reduz significativamente a quantidade de sites listados. A segunda é delimitar a data e pesquisar assuntos publicados nos último três meses para garantir que a informação seja recente. No Google, por exemplo, isso pode ser feito usando o modo Busca avançada, que fica ao lado do campo onde se digita a palavra.






Confirmação






Não acredite nas informações da primeira busca. O ideal é checar com pelo menos outras duas fontes. Alguns sites servem apenas como ponto de partida, pois não trazem o conteúdo de forma aprofundada. Um exemplo é o Wikipédia, que traz verbetes postados por uma rede de colaboradores voluntários do mundo inteiro.






Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer, que é especializado em aprendizagem digital, conta que embora muitas pessoas possam postar no Wikipédia existe um grupo que coordena e edita as informações, que hoje chegam a 3,5 milhões de artigos em 205 idiomas. “Uma das regras é que o conteúdo precisa conter referências e fontes relevantes. O critério garante credibilidade, mas vale lembrar que não é um conteúdo fechado. O estudante pode até dar uma olhada, mas deve buscar outras fontes para seu trabalho”.






Apresentação dos dados






Ficar atento ao layout do site e como os dados são apresentados ajuda a garantir uma pesquisa segura. “Uma grande quantidade de anúncios pode ser um sinal de alerta, de que o principal interesse é vender e não informar. Mas claro que não é uma regra geral. O UOL, por exemplo, tem bastante anúncio, mas é um site confiável e noticioso”, diz Cardoso. Erros de português também colocam as informações em descrédito. Por isso, quando eles forem abundantes, o indicado é sair do site.


Disponível em  :http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1131639&tit=Para-uma-pesquisa-virtual-segura

sábado, 4 de junho de 2011

CURSO ONLINE DE REDAÇÃO.

Com a proximidade dos vestibulares e exames nacionais de aprendizagem a carência de técnicas principalmente de redação faz com que muitos internautas busquem cursos online, vai aqui uma boa opção:
Neste site vários vídeos com uma diversidade de temas em redação:



  • Coesão e Coerência


  • Texto Dissertativo


  • Articulação de Idéias


  • Construção de Parágrafos


  • Dicas Importantes


  • Temas e Orientações I


  • Temas e Orientações II



  •  CLIQUE AQUI
    Para aqueles que querem uma boa revisão , bom estudo!.

    terça-feira, 31 de maio de 2011

    Como montar sua dieta alimentar.

        Neste software, você aprenderá a resolver alguns problemas de programação linear. Essas soluções são bastante úteis em diversas aplicações práticas, pois permitem determinar o valor máximo ou mínimo de funções que modelam problemas reais, como, por exemplo, o cálculo do menor custo possível para determinada dieta. clique aqui para iniciar a atividade da dieta.  
    Referência
    www.mauriciomunhoz.blogspot.com

    domingo, 29 de maio de 2011

    O jogo da Velha na Educação Matemática

    O jogo é uma das atividades lúdicas que mais atrai o interesse dos alunos, possivelmente quando desenvolvemos qualque metodologia de ensino na Matemática se optarmos por um fechamento utilizando um jogo teremos com certeza a noção do interesse dos alunos pelas nossas aulas.

    Fundamentalmente quando trabalhamos com este tipo de atividade, buscamos além de revisar conceitos , mais principalmente atrelar as relações de raciocínio, socialização e principalmente de lógica no desenvolvimento da aprendizagem.
    Para os professores do ensino fundamental do 1º e 2º ciclo, o jogo da velha tem essa função, podemos até utilizar a interdisciplinalidade do jogo com outras disciplinas.
    No exemplo abaixo, o jogo da velha das operações fundamentais da matemática.
    Jogo da Velha da Adição.
    Jogo da Velha da Subtração.
    Jogo da Velha da Multiplicação
    Jogo da Velha da Divisão.
    Jogo da Velha da Potenciação.

    Atividades
    1 ) Para poder as regras do jogo da velha, vamos realizar um jogo online:
    acesse o link:http://sitededicas.ne10.uol.com.br/jogos_online_jogo_da_velha.htm



    2) Realizando o jogo da velha da soma 10. Clique na imagem para ampliar.


    3) Curiosidade , jogo da velha no Ensino Médio (vídeo)


    4) Desafio com o jogo da velha:
    http://www.somatematica.com.br/desafios/soldes8.html

    Referência.
    www.mauriciomunhoz.blogspot.com

    quinta-feira, 19 de maio de 2011

    Função do Educador Moderno

    Se apropriar de ferramentas pedagógicas nas quais pode-se de forma concreta interferir no processo de aprendizagem do educando, é essa uma das função mais importantes do educador

















    Maurício de Oliveira Munhoz 

    Referência
    www.mauriciomunhoz2.blogspot.com

    segunda-feira, 16 de maio de 2011

    yanni - Adagio in C minor (live)


    APENAS UMA MELODIA LINDÍSSIMA PARA REFLEXÃO DA ALMA.........


    (Adagio in C Minor "Yanni")


    UMA EXCELENTE SEMANA A TODOS...


    Postado por Altina

    Utilizando tutoriais para trabalhos.

    A partir desta semana irei produzir tutoriais para trabalhos pedagógicos.

    Aguarde...essa novidade é principalmente para os meus amigos educadores.


    ´Maurício

    sábado, 19 de março de 2011

    DESCOBERTO A FÓRMULA DO HUMOR...













    Pesquisador diz ter descoberto a fórmula do humor


    Smiles representando vários estados de humor.Forma algébrica do nosso humor seria h = d x s, aonde h é humor, d é o quão desinformados somos sobre uma determinada situação e s é a nossa seriedade frente a essa mesma situação.



    Uma nova teoria sobre o humor divulgada no dia 15 de março 2011 propõe, curiosamente, uma fórmula matemática para identificar a causa e o nível das respostas humanas a estímulos humorísticos. O cálculo é representado pela equação h = d x s (na publicação original, em inglês, o “d” é substituído pela letra “m”).

    O autor da fórmula, Alastair Clarke, argumenta que o fato de o ser humano depender de seu próprio ambiente cultural para desenvolver o humor torna sua tese não apenas comprovável, como também a dá a ela “uma importância sem paralelo”. Ainda assim, ele alerta que não pretende afirmar que todas as pessoas seguem uma fórmula algébrica antes de rirem, mas apenas comprova que existe uma certa constância.

    O cálculo matemático partiu da constatação de que o humor está ligado à falta de informação e à percepção que o ser humano tem sobre determinado assunto. O homem só vê graça naquilo que desconhece e que é diferente do que está acostumado. Por exemplo, costuma-se achar graça em uma situação em que outro indivíduo age de forma oposta àquela que é culturalmente aceita.

    O prazer que sentimos, o humor (h), portanto, seria calculado multiplicando-se o grau de desinformação (d em português e “m”, de misinformation em inglês) percebida pelo grau com o qual o indivíduo pode levar a situação à sério (s). h = d x s.

    Segundo essa teoria, então, o humor existe como um mecanismo que encoraja o homem a interpretar uma informação diferente daquela com a qual está acostumado sem rejeitá-la - ao invés de interpretar o diferente como potencialmente perigoso, o ser humano ri. Isso só ocorre quando não se enxerga perigo na situação; quando o indivíduo enxerga apenas uma codificação cultural diferente e inofensiva. Quando uma pessoa sorri, portanto, ela teria conseguido atingir esse grau de percepção.

    “É claro que não estou tentando dizer que todos nós passamos por um processo matemático racional toda vez que achamos alguma coisa engraçada, mas esse esquema algébrico reflete a reação instantânea do cérebro a informações potencialmente perigosas (que poderiam ser mal interpretadas)”, afirma Clarke.

    Esta notícia foi publicada em 15/03/2011 no Saúde & Bem Estar da revista Época. Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.