quinta-feira, 14 de junho de 2012

A indisciplina do professor

O que leva um professor não dar uma boa aula?
- Não ser pesquisador da sua prática.
- Não preparar a sua aula.
- Não levar em conta a realidade dos alunos.
- Falta de recursos didáticos dísponiveis.
Vamos deixar de lado as condições de indisplina em sala de aula e a quantidade de alunos em sala.
E você , o que pensa do tema?

O quadro que pintamos da nossa vida....



A pintura de um quadro pode representar uma vida.
Se um ser maior nos reserva algo diferente deve ser como um bela pintura  no qual as nossas emoções , sentimentos são representados por uma bela paissagem e as imperfeições da tela são pontos obscuros onde há nos algemamos nos nossos defeitos.
Por isso um dos nossos desafios e a perfeição do artista contrastando com a nossa imperfeição da trajetória.

Bom dia....

Referência
www.mauriciomunhoz.blogspot.com

Como é um professor que trabalha com a pedagogia humanista?


O primeiro ponto antes de responder a nossa indagação, seria refletir sobre a pedagogia humanista.

O que é uma pedagogia humanista?
  
A pedagogia humanista é aquela que é não centrada no conteúdo e sim no aluno .
O todo contexto do aluno é utilizado, busca-se o lado da  experiência dos alunos como foco maior da aprendizagem.
Nessa perspectiva temos as emoções, as relações sociais de cada individuo como foco essencial para o desenvolvimento da aprendizagem, as ações pedagógicas na linha humanista se caracterizam por esse olhar mais amplo da pedagogia, onde o aluno é um todo para o seu desenvolvimento de aprender e construir o seu mundo dentro da realidade social que está inserido.

E o papel do professor?

O professor tem como linha de ações as relações existentes dos contéudo a ser desenvolvidos mais que carregam todas as dificuldades existentes no entendimento da realidade dos alunos.
Nesta visão, o professor é comunicativo e próximo do aluno , leva em conta todo o histórico e percepção que educando tem nas suas relações sociais e por consegue interferir na sua vivência, explorar melhor suas habilidades e amplia os seus desafios.


Referência
BICUDO, M.A.V. A Contribuição da Fenomenologia à Educação. In BICUDO, M.A.V.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Qual é o papel da informática na Matemática?

Trabalhar com metodologias inovadoras podem proporcionar aos seus alunos um ensino mais estimulativos, tais metodologias necessitam para ser aplicadas de muita pesquisa e principalmente prática.
Não é de hoje que um professor se vê no desafio de entrar num laboratório de informática ou mesmo em sala de aula utilizando o recurso da web e descobrir que todo o plano de aula estipulado não foi  bem executado, por não terem sido seguidos alguns passos importantes no uso desta tecnologia, que são:


  1. Testar o recurso tecnológico  com antecedência.
  2. Em caso da utilização de sites, verificar links, limitações e atualizações da página.
  3. E principalmente , limitar o tempo do uso do recurso que não substituirá  a mediação em sala do professor.  

No ensino da Matemática que geralmente buscamos trabalhar com softwares, essas observações são mais ainda necessárias, tanto no aspecto do conteúdo a ser trabalhado , mais principalmente na transmissão da técnica utilizada para o recurso e também no encaminhamento metodológico correto.


O papel da informática na educação matemática depende do projeto político-pedagógico que a escola sustenta, do planejamento inovador da utilização das tecnologias no aprendizado, do domínio da tecnologia por parte do educador, da sua criatividade e dos softwares disponibilizados para o aprendizado.( MUNHOZ, 2011)

Referência

MUNHOZ,Mauricio de Oliveira. Propostas Metodológicas para o Ensino da Matemática.Curitiba, Ibpex, 2011.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quais seriam os talentos de um professor?

    Ensinar talvez seja uma das habilidades mais angelicais de um ser humano, quando um educador percebe que pode transformar a realidade de um educando é como pudesse dar asas ao conhecimento , som a imaginação e amor ao pensamento.


Professor Maurício.

domingo, 3 de junho de 2012

Filme: Escritores da Liberdade




O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues.


Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a qual muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.


Com o passar do tempo, os alunos vão se engajando em seus escritos nos diários e, trocando experiências de vida, passam a conviver de forma mais tolerante, superando entraves em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades. É claro que projetos inovadores como esse, em se tratando de estabelecimentos de ensino com poucos recursos, enfrentam diversos obstáculos, desde a burocracia até a resistência aos novos paradigmas pedagógicos. Em países como o Brasil, então, as dificuldades são imensas, mas superáveis, se houver engajamento e esforços próprios.


Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação, como já ressaltaram grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.

Fonte:http://reflexoesliterariasonline.blogspot.com.br/


Referência

www.mauriciomunhoz.blogspot.com

Trabalhando em sala de aula o filme: Escritores da Liberdade

Filme: Escritores da Liberdade
Direção: Richard Lagravenese Produção: Richard Lagravenese (EUA, 2007)
Roteiro: Richard Lavagranese, Erin Gruwell, Freedom Writers
Elenco: Hillary Swank; Patrick Dempsey; Scott Glenn, Imelda Staunton; April Lee Hernandez; Kristin Herrera; Jacklyn Ngan; Sergio Montalvo; Jason Finn
Duração: 123 min.
Gênero: Drama.
Duração das atividades Duas aulas de 50 min.



Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Habilidades básicas de leitura e escrita; categorias narrativas como tempo, espaço, personagens, orientação inicial, conflito e desfecho.

 Estratégias e recursos da aula

  •  Atividade 1

 Iniciamos a aula levando para os alunos o filme.

 A) Informaremos a eles que assistirão ao filme “Escritores da Liberdade”.
 B) Antes de passar o filme, perguntaremos sobre o que eles acham que pode se tratar esse vídeo.
 C) Pediremos aos alunos que assistam ao filme com atenção e que façam algumas anotações sobre o mesmo, pois serão questionados em um trabalho posterior.


  •  Atividade 2 
 A) Inicie a aula entregando aos alunos uma cópia das questões abaixo:

 Sobre o filme “Escritores da Liberdade” responda:
 - Onde se passa a história narrada pelo filme?
 - Quando ela acontece?
 - Quem são os personagens envolvidos?
 - Qual é a história narrada pelo filme?
 - O que a personagem principal faz?
 - Quais são os complicadores apresentados na história?

 - Resuma com suas palavras:

 a) como o filme começa
 b) seu desenvolvimento
 c) seu final.

 B) Dê um tempo para que os alunos respondam às questões.

 C) Solicite a alguns alunos que apresentem suas respostas para a turma.

 D) Discuta com a turma as respostas apresentadas e as respostas de outros alunos.


  •  Atividade 3 

 A) Após a discussão realizada na atividade anterior, entregue aos alunos uma cópia do texto abaixo:


(resumo) "Escritores da Liberdade" é um filme baseado numa história real, que trata de realizações face à adversidade. Em 1994, na sala 203 de uma escola em Long Beach, Califórnia, uma professora chamada Erin Gruwell, enfrentou sua primeira classe de alunos, rotulados pela administração do colégio como adolescentes "em risco" ou "problemáticos". A classe era uma mistura de Afro-americanos, de Latinos, de Cambojanos, de vietnamitas, entre outros, muitos dos quais cresceram em vizinhanças agressivas e participavam de gangues de Rua em Long Beach. Nas primeiras semanas de aula, os estudantes obstruíram a aula mostrando que não estavam interessados no que sua professora tinha a ensinar, inclusive fazendo apostas sobre quanto tempo a professora duraria em sua sala de aula. Mas um episódio mudou o rumo da história. Quando uma caricatura racial de um dos estudantes afro-americano circulou a sala de aula, Erin Gruwell interceptou irritadamente o desenho e comparou-o às caricaturas dos judeus, feitas por nazistas durante o holocausto. Os estudantes responderam de forma confusa à sua comparação o que chocou a professora ao descobrir que muitos de seus alunos nunca tinham ouvido sobre holocausto. Entretanto, quando perguntou quantos em sua classe tinham sido alvos de disparos, quase todos levantaram as mãos. Isto deixou Erin Gruwell chocada, porém inspirada a não desistir dos alunos. Promovendo uma filosofia educacional que avaliasse e promovesse a diversidade, transformou a vida dos seus alunos. Incentivou-os a re-avaliar a opinião rígida sobre o outro, reconsiderar decisões diárias, e ao repensar seus futuros. Com o apoio constante de Erin, seus alunos quebraram estereótipos para transformarem-se em pessoas críticas, estudantes universitários de aspiração, e cidadãos para a mudança. Nomearam-se a si mesmos de "os escritores liberdade" – em homenagem aos ativistas dos direitos civis os "Cavaleiros da Liberdade" (Freedom Riders), jovens negros e brancos, intelectuais, artistas e religiosos, que partiam do norte dos Estados Unidos na década de 1960 em caravanas em direção ao Sul, para pressionar as autoridades locais a pôr fim na segregação. O Sul reagiu com violência. Governadores, prefeitos e xerifes empregaram o aparato policial contra os militantes dos direitos civis. No momento nomearam-se de os "escritores da liberdade" os estudantes da sala 203 converteram-se de um grupo de estudantes apáticos a um grupo de estudantes motivados, pensantes e responsáveis por tomar suas próprias decisões. De acordo com determinada concepção de liberdade tornaram-se indivíduos livres.

 C) Em seguida, entregue aos alunos uma cópia dos exercícios abaixo:

 1) Do que o texto trata?
 2) Com que objetivo esse texto é escrito?
 3) Que informações sobre o filme “Escritores da liberdade” o texto contém?
 4) Esse texto se assemelha ao que vocês produziram na atividade 2?
 5) Agora compare: vocês assistiram ao filme e leram o texto. Esse texto contém TODAS as informações a que temos acesso ao assistir ao filme? Explique.
 6) Quais as idéias secundárias contidas em cada parágrafo?


 D) Dê um tempo para que os alunos realizem as tarefas.

 E) Solicite aos grupos que formem um grande círculo em sala de aula e que apresentem as respostas.

 F) Ao final da discussão com o grupo, pergunte: o que seria um resumo? Quais seriam suas características? Qual sua funcionalidade comunicativa?
 - PROFESSOR: sugerimos que, nesse momento, formule com seus alunos uma definição para o gênero resumo.

 Escritores da Liberdade (O filme) O drama "Escritores da Liberdade" aborda de uma forma bem emocionante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. A história se passa por volta do ano de 1992, onde a cidade de Los Angeles vive uma verdadeira guerra nos seus bairros mais pobres, causados por gangues que são movidas pelas tensões e preconceitos raciais. O filme conta a história de uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que sem experiência, começa a lecionar as disciplinas de Língua Inglesa e Literatura em uma instituição de ensino médio. O perfil da turma é de adolescentes na faixa etária entre 14 e 15anos, considerados violentos, inclusive, envolvidos com gangues. Cheia de expectativas, Erin chega à instituição imaginando que todos os alunos iriam corresponder ao seu modelo educacional. Os primeiros encontros tornam-se frustrante, as brigas, os desencontros e as insatisfações são constantes nas expressões dos alunos. Simplesmente é ignorada a ponto de ficar sozinha em sala de aula, porém, não desiste. Sem apoio da direção, decide assumir riscos sozinha, inclusive financeiros. Estabelecendo um contato maior com alunos e, participando de forma ativa do mundo deles, a professora conquista a confiança, desse modo supera as dificuldades. Utilizando a escrita em diários, Erin adota um projeto de leitura e escrita baseado no livro “O diário de Anne Frank”. O envolvimento dos alunos no projeto é muito positivo, eles lêem o livro e a partir dele,registram em seus diários tudo o que sentem vontade de escrever a respeito da sua vida. Dessa maneira, a metodologia adotada por Erin baseou-se primeiramente em fazer uma avaliação diagnóstica da turma, o que possibilitou verificar as potencialidades dos seus alunos, levando em consideração os conhecimentos prévios dos mesmos. Assim, de forma coerente, elaborou a estruturação do processo ensino-aprendizagem de acordo com a realidade dos alunos. Ampliando o seu projeto, realizou também visitas a museus possibilitando o enriquecimento e a valorização da cultura. Nessa perspectiva, o respeito e autoconfiança foram resgatados. Os alunos saem da condição de marginalidade e iniciam no campo das possibilidades, ao lutarem pelos seus ideais, pelas suas conquistas ao enfrentarem os obstáculos, não mais com a violência, mais com o conhecimento. Finalizando, o filme “Escritores da Liberdade”, deixa uma reflexão para nós educadores, repensar o ato de inovar o ensino, adequado à realidade cultural dos alunos. Romper com o tradicionalismo impregnado nos currículos das escolas e comprometer com uma significativa mudança educativa. Dessa forma, além de ensinar, também possamos adotar uma atitude de pesquisa-ação constante, inclusive, aprendendo a respeitar a história de vida dos alunos. Ensinar e educar implica em responsabilidades: pedagógica, político-social e moral, dentro e fora da escola; implica ainda, na responsabilidade do coletivo docente de educar para cidadania. De acordo com os PCNs, “questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, solucionando procedimentos e verificando sua adequação Em se tratando de escolas, por exemplo, em muitos casos parece que o nosso único dever é o de ministrar aulas, passar conteúdos, preencher cadernetas, corrigir provas, cumprir cronogramas e planejamentos. O que não parece muito diferente daquilo que acontece em tantos outros setores produtivos da sociedade sejam eles hospitais ou escritórios, fábricas ou lojas, Bater cartão, cumprir responsabilidades variadas, entregar resultados e atingir metas. Viver dentro de um sistema em que a meritocracia é o principal indicador de valor social nos distancia cada vez mais uns dos outros e, aos poucos, vai minando (a ponto de destruir em certos casos) a nossa humanidade. Devo esclarecer, dede já, que não sou contrário à produtividade, ao ganho, ao crescimento profissional e ao desenvolvimento econômico de pessoas, empresas e países. No entanto creio que todos têm que ponderar questões e situações do mundo real que afetam a coletividade e que colocam barreiras e criam problemas a nossa existência. O debate sobre o aquecimento global, por exemplo, é um caso mais do que premente e fundamental para a existência de todas as formas de vida residentes nesse planeta. Da mesma forma, enquanto não nos preocuparmos sinceramente uns com os outros, iniciando essa ação a partir das pessoas que nos são mais próximas e presentes, como podemos imaginar que as questões globais poderão ser resolvidas? “Escritores da Liberdade”, filme do diretor Richard LaGravenese, estrelado pela atriz Hillary Swank (duas vezes premiada com o Oscar, pelos filmes “Menina de Ouro” e “Meninos não choram), baseado em história real, nos coloca em contato com uma experiência das mais enriquecedoras e necessárias. Sua trama gira em torno da necessidade de criarmos vínculos reais em sala de aula, conhecendo nossos alunos, despertando para suas histórias de vida, entendendo o que os motiva a serem as pessoas que são,... Emocionante relato de uma experiência bem-sucedida que ainda está em desenvolvimento, “Escritores da Liberdade” tem tudo para se tornar um novo libelo do cinema em prol da educação mais efetiva (como “Sociedade dos Poetas Mortos” ou “A corrente do Bem”), onde se respeitam alunos e professores e também em que as pessoas se percebem em suas particularidades e se permitem construir, conjuntamente, como aliados, um futuro melhor para todos! Imperdível!





 O Filme:

  Cansada do trabalho em empresas que desenvolvia até aquele momento e desiludida quanto às possibilidades de crescimento e realização pessoal naquele âmbito profissional, a jovem Erin Gruwell (Hillary Swank) resolve mudar de ares e dedicar-se à educação. Assume então uma turma de alunos problemáticos de uma escola que não está nem um pouco disposta a investir ou mesmo acreditar naqueles garotos. A pecha de turma difícil, pouco afeita aos estudos e que vai a escola apenas para “cumprir tabela” se mostra, no começo da relação entre a nova professora e os alunos, uma realidade. O grupo, formado por jovens de diferentes origens étnicas (orientais, latinos e negros), demonstra intolerância e resistência à interação, preferindo isolar-se em guetos dentro da própria sala de aula. A nova professora é vista por todos como representante do domínio dos brancos nos Estados Unidos. Os estudantes a entendem como responsável por fazer com que eles se sujeitem a dominação dos valores dos brancos perpetrados nas escolas. Suas iniciativas para conseguir quebrar essas barreiras aos relacionamentos dentro da sala de aula vão, uma a uma, resultando em frustrações. Apesar de aos poucos demonstrar desânimo em relação às chances de êxito no trabalho com aquele grupo, Erin não desiste de sua empreitada. Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e dos demais professores, ela acredita que há possibilidades reais de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso, cria um projeto de leitura e escrita, iniciado com o livro “O Diário de Anne Frank”, em que os alunos poderão registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas, relações, interações, idéias de mundo, leituras,... Ao criar um elo de contato com o mundo, Erin fornece aos alunos um elemento real de comunicação que permite aos mesmos se libertar de seus medos, anseios, aflições e inseguranças. Partindo do exemplo de Anne Frank, menina judia alemã, branca como a professora, que sofreu perseguições por parte dos nazistas até perder a vida durante a 2ª Guerra Mundial, Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos, independentemente da cor da pele, da origem étnica, da religião, do saldo bancário. “Escritores da Liberdade” é uma fabulosa história de vida que nos mostra como as palavras podem emancipar as pessoas e de que forma a educação, a cultura e o conhecimento são as bases para que um mundo melhor realmente aconteça e se efetive.




 Texto "Escritores da Liberdade" é um filme baseado numa história real, que trata de realizações face à adversidade. Em 1994, na sala 203 de uma escola em Long Beach, Califórnia, uma professora chamada Erin Gruwell, enfrentou sua primeira classe de alunos, rotulados pela administração do colégio como adolescentes "em risco" ou "problemáticos". A classe era uma mistura de Afro-americanos, de Latinos, de Cambojanos, de vietnamitas, entre outros, muitos dos quais cresceram em vizinhanças agressivas e participavam de gangues de Rua em Long Beach. Nas primeiras semanas de aula, os estudantes obstruíram a aula mostrando que não estavam interessados no que sua professora tinha a ensinar, inclusive fazendo apostas sobre quanto tempo a professora duraria em sua sala de aula. Mas um episódio mudou o rumo da história. Quando uma caricatura racial de um dos estudantes afro-americano circulou a sala de aula, Erin Gruwell interceptou irritadamente o desenho e comparou-o às caricaturas dos judeus, feitas por nazistas durante o holocausto. Os estudantes responderam de forma confusa à sua comparação o que chocou a professora ao descobrir que muitos de seus alunos nunca tinham ouvido sobre holocausto. Entretanto, quando perguntou quantos em sua classe tinham sido alvos de disparos, quase todos levantaram as mãos. Isto deixou Erin Gruwell chocada, porém inspirada a não desistir dos alunos. Promovendo uma filosofia educacional que avaliasse e promovesse a diversidade, transformou a vida dos seus alunos. Incentivou-os a re-avaliar a opinião rígida sobre o outro, reconsiderar decisões diárias, e ao repensar seus futuros. Com o apoio constante de Erin, seus alunos quebraram estereótipos para transformarem-se em pessoas críticas, estudantes universitários de aspiração, e cidadãos para a mudança. Nomearam-se a si mesmos de "os escritores liberdade" – em homenagem aos ativistas dos direitos civis os "Cavaleiros da Liberdade" (Freedom Riders), jovens negros e brancos, intelectuais, artistas e religiosos, que partiam do norte dos Estados Unidos na década de 1960 em caravanas em direção ao Sul, para pressionar as autoridades locais a pôr fim na segregação. O Sul reagiu com violência. Governadores, prefeitos e xerifes empregaram o aparato policial contra os militantes dos direitos civis. No momento nomearam-se de os "escritores da liberdade" os estudantes da sala 203 converteram-se de um grupo de estudantes apáticos a um grupo de estudantes motivados, pensantes e responsáveis por tomar suas próprias decisões.

De acordo com determinada concepção de liberdade tornaram-se indivíduos livres.
Sobre o filme “Escritores da Liberdade” responda:

 - Onde se passa a história narrada pelo filme?
 - Quando ela acontece?
 - Quem são os personagens envolvidos?
 - Qual é a história narrada pelo filme?
 - O que a personagem principal faz?
 - Quais são os complicadores apresentados na história?

 - Resuma com suas palavras:
 a) como o filme começa
b) seu desenvolvimento
 c) seu final.

 Sobre o Texto responda:
 1) Do que o texto trata?
 2) Com que objetivo esse texto é escrito?
 3) Que informações sobre o filme “Escritores da liberdade” o texto contém?
 4) Esse texto se assemelha ao que vocês produziram na atividade 2?
 5) Agora compare: vocês assistiram ao filme e leram o texto.

Esse texto contém TODAS as informações a que temos acesso ao assistir ao filme? Explique.


 Fonte:http://www.pibid.ufpr.br/cursos.php?page=exibeTexto&curso=portugues&id=32

Referência
www.mauriciomunhoz.blogspot.com


Jogo das cartelas mágicas : Relato de Experiência

Desenvolver estratégias de ensino que busquem proporcionar habilidades cognitivas de aprendizagem dos educandos sempre será o objetivo de uma atividade educativa, pensando nas atividades lúdicas os resultados podem ser muito relevantes e extremamente prazerosos.
Vamos relatas um experiência utilizada em sala de aula.   



Disciplina: Matemática
Ciclo: Ensino Fundamental - Ensino Fundamental
Professor: Maurício de Oliveira Munhoz.
Conteúdo: Adição, Multiplicação, Potência e Lógica..
Recursos Didáticos Utilizados: Câmera digital,  6 cartelas de números contendo 60 números, quadro negro, mídia impressa com as cartelas.




Objetivo: Desenvolver a habilidade de lógica e cálculo mental utilizando as operações de adição, multiplicação e potência com o uso da atividade lúdica do jogo. 


Metodologia:
      O professor expõe no quadro negro as 6 cartelas do jogo, sendo o importante que ele numere as cartelas utilizando o seguinte raciocínio:


  1.       Separe as cartelas por ordem crescente dos números situados na primeira linha e primeira coluna.

   2. Indique  a seguinte sequencia , cartela 1 letra A  , cartela 2 letra B, e assim por diante.

   3. Você pode disponibilizar para todos os alunos a 6 cartelas, tendo o cuidado de numera-lás em ordem crescente.     
  
 A regra do jogo funciona da seguinte forma
 a) O aluno escolhe um número de 1 a 60, e não fala para nínguem  o número escolhido.
 b) Ele localiza nas cartelas que possuem , quais são as cartelas que possuem o número que ele pensou e entrega essas cartelas ao professor.
 c) O professor recolhe as cartelas que contém o número que ele pensou, e para responder qual é o número  utiliza-se a simples estratégia de somar o número que está disposto na primeira linha e primeira coluna. 


Você pode lançar um desafio para os alunos no qual eles tentam em grupo adivinhar qual foi a estratégia utilizada pelo professor para adivinha o número pensado. 


Justificativa


     Justifica-se a estratégia do jogo  como auxiliador das habilidades de aprendizagem da matemática nas operações fundamentais com números naturais, bem como um encaminhamento metodológico que possibilita a interação dos alunos através de atividade em grupo que proporcionam além do desafio do jogo , a estratégia e as relações com o conteúdo proposto. 


Referências:


Munhoz,Maurício de Oliveira. Propostas metodológicas para o ensino da matemática. Ibpex, 2011.


Anexo

O que é um plano de aula?


Como estabelecer padrões corretos nos quais se fundamenta o planejamento de aula de um professor?
A questão pedagógica do planejamento de uma boa aula , passa por um rigoroso e reflexivo plano de aula , onde o educador organiza todas as etapas de sua aula.

 Segundo MUNHOZ, M.O (2011), o plano de aula é o roteiro pelo qual o educador desenvolverá o conteúdo, a metodologia que será aplicada, os recursos didáticos que utilizará, a forma pela qual se dará a avaliação daquele conteúdo específico.



"Ser professor , é transformar realidade presentes em contextos de aprendizagem futura'.



Escola:                                      Disciplina: Matemática                          Data:___/___/____
Série: 3º e 4º ano do ensino fundamental             Professor:
Objetivos
Conteúdos
nº aulas
Desenvolvimento Metodológico
Explorar a cultura indígena e a influência das relações dos conhecimentos matemáticos no seu dia a dia.
Os conhecimentos aritméticos, métricos e geométricos.
03
Preparação
Os alunos deverão fazer um levantamento bibliográfico da cultura das comunidades indígenas, trazer fotos da cultura dessas comunidades, artesanato da cultura indígena, pesquisar a forma e uso da matemática naquela cultura, e demais aspectos possíveis para incrementar a produção do trabalho.

Desenvolvimento
O educador deve coletar todas as informações trazidas pelos alunos, separar em pequenos grupos e solicitar que os alunos façam uma reflexão sobre o material encontrado.
Com base nessa reflexão cada pequeno grupo irá construir um painel com recortes e informações relativas à cultura indígena, destacando os aspectos onde são utilizados conceitos matemáticos.Todo esse levantamento será mediado pelo professor. É importante neste trabalho o levantamento da riqueza do artesanato indígena, pois encontramos uma diversidade de formas nas quais são construídas estes matérias.
Com base nesta coleta, o professor deverá estimular os alunos a tentar reproduzir estas formas de artesanato, depois analisar as formas e medidas conseguidas a partir desta produção de conhecimento. Deve-se explorar se possível outras informações coletadas, inclusive os jogos e brincadeiras daquela cultura onde os princípios do desenvolvimento da educação matemática são aplicados.
Avaliação
Demonstração do trabalho extraclasse desenvolvido pelo grupo, construção de um painel com fotos dos trabalhos apresentados.


Referência

MUNHOZ, M.O. Propostas Metodológicas pra o Ensino da Matemática .Curitiba: IBEPX,2011.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Educação a Distância no Brasil

Compartilhando um vídeo no you tube com legenda




Passo 1. Acesse o vídeo desejado no YouTube. Neste tutorial, utilizamos este vídeo;
Passo 2. Após acessar o vídeo, selecione a opção “Compartilhar” (1), depois clique em “Incorporar” (2), faça as alterações necessárias nas configurações do vídeo e, por último, copie o código gerado pelo YouTube (3);


Como compartilhar um vídeo do YouTube com a legenda habilitada (Foto: Reprodução)
Passo 3. Acesse o editor CMS utilizado no seu blog ou site e altere o modo de edição para HTML;
Passo 4. Cole o código copiado no passo 2 no editor e insira, após o final da URL do vídeo, encontrada na tag “src”, o seguinte conteúdo: ?hl=pt&cc_lang_pref=pt&cc_load_policy=1;
Passo 5. A variável “hl=pt” será a responsável por modificar o idioma do player do YouTube para Português. A variável “cc_lang_pref=pt” definirá o idioma preferencial da legenda que será exibida no vídeo. A variável “cc_load_policy=1” forçará a exibição da legenda sem a necessidade de uma intervenção manual do usuário;
Passo 6. O resultado final da alteração no código ficará assim:

No vídeo abaixo, você poderá ver o vídeo que incorporamos utilizando o código acima, que já conta com a legenda em Português ativada por padrão. Caso o usuário queira modificar o idioma da legenda que será exibida, basta alterar o parâmetro “cc_lang_pref” de “pt” para “en” (Inglês) ou “ja” (Japonês), desde, é claro, que o vídeo utilizado conte com a legenda indicada.

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Referência


http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2012/05/como-compartilhar-video-do-youtube-com-legenda-habilitada.html?utm_source=googleplus.com?utm_medium%3Dreferral&utm_campaign=editorial