Como as ESTRELAS na Terra: Toda a Criança é especial

    O filme Taare Zameen Par é um pingo de luz no mar, uma leitura delicada da relação professor e aluno.        
    A cultura ela é um pedaço de um ser , ela é móvel e não transitória, já a curtura é uma representação inacabada de um menor conhecimento.
    A escola se apropria cada vez mais de cultura, um dos momentos essenciais é a busca por novos desafios.  
    O vídeos abaixo,  com direção e atuação de Aamir Khan, e traduzido com o título de Como estrelas na terra: toda criança é especial. Um filme que emociona, diverte, ensina...
  
http://sobreeducacao.blogspot.com.br/2011/06/taare-zameen-par-every-child-is-special.html
     Taare Zameen Par é um momento mágico em que cinema e educação dialogam de forma poderosa e magistral.

      A história se passa numa escola indiana, mas bem que poderia ser em qualquer parte do mundo e principalmente no Brasil. 
    Um menino diferente, portador de dislexia, que o impede de aprender no ritmo de seus colegas, mas com uma imaginação prodigiosa, principalmente para as artes, que por ser diferente é rotulado - primeiro pela família, depois pelos colegas, professores e toda a escola - como um aluno-problema. 


Assista o filme Legendado


E como acontece, além da ficção, no mundo real, a escola, a família e a sociedade não estão preparadas ainda para lidar com as diferenças dentro de um processo igualitário, tampouco com a inclusão de forma efetiva, além da integração física. Inclusão requer, além de integração física em sala de aula, atendimento especializado em turno inverso, suporte e capacitação continuada ao professor do ensino regular, etc.

     Sempre me pergunto, quando vejo filmes assim, ou ouço notícias sobre alunos, tidos inicialmente como problemáticos, sem a devida investigação da família e da escola, e já rotulados de alunos-problema: 
- Quem desistiu de quem primeiro? 
- O aluno de estudar? 
- Os pais dos filhos, delegando à escola seu papel social de primeiro educador de uma criança? 
- A escola, que muitas vezes simplesmente passa o dito problema adiante, a outra escola, sem assumir seu papel transformador, e assim sucessivamente, até que, enfim, é resolvido o problema, quando o aluno desisti de ambos: escola, família, educação, sociedade?


    O filme, logicamente é uma metáfora da vida e da educação e existem, como nele retratado, ações e saudáveis intervenções, como do professor arte-educador, que é egresso de escola de educação especial e que sabe interagir com o alunado, usando arte, música, dança e outros recursos que fazem parte do imaginário infanto-juvenil.


    Conhecer o mundo do aluno, para a partir disso, planejar ações efetivas de inclusão, não do aluno no mundo do professor, mas justamente o inverso, é um dos melhores caminhos a seguir...
    Afinal, as aparências, muitas vezes enganam.


 Referências
http://educa-tube.blogspot.com.br/2011/06/como-estrelas-na-terra-toda-crianca-e.html
http://sobreeducacao.blogspot.com.br/2011/06/taare-zameen-par-every-child-is-special.html

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